17 de set. de 2025

Guia prático para escolher revestimentos

Os revestimentos são protagonistas em qualquer projeto arquitetônico ou de interiores. Eles não apenas definem o estilo, mas também impactam diretamente na manutenção, durabilidade e conforto dos ambientes. Com tantas opções disponíveis, a escolha pode parecer desafiadora. Por isso, reunimos alguns pontos essenciais para orientar essa decisão.

1. Considere o uso do ambiente

Cada espaço possui demandas específicas. Em áreas úmidas, como banheiros, lavabos e cozinhas, é fundamental optar por revestimentos resistentes à água e fáceis de limpar, como porcelanatos, cerâmicas ou pedras naturais. Já em ambientes sociais e íntimos, como salas e quartos, é possível ousar com materiais mais delicados como pisos vinílicos, laminados, madeira ou até revestimentos 3D.

2. Pense em manutenção

A estética é importante, mas a praticidade no dia a dia deve pesar na escolha. Materiais como o porcelanato técnico são extremamente duráveis e fáceis de manter, enquanto superfícies muito polidas podem riscar ou manchar com maior facilidade. Revestimentos porosos, como pedras naturais, podem exigir impermeabilização periódica.
Avaliar o estilo de vida da família é essencial para evitar dores de cabeça.

3. Avalie estética e integração

Os revestimentos precisam estar alinhados ao conceito do projeto. Texturas, cores e acabamentos devem conversar entre si para criar unidade visual. Uma paleta harmônica ajuda a ampliar a sensação de espaço e evita que os ambientes fiquem fragmentados. Lembre-se: o revestimento é a base, então móveis e decoração devem complementar, e não competir com ele.

4. Durabilidade importa

Optar por materiais de qualidade pode representar um investimento inicial maior, mas traz retorno a longo prazo. Trocas frequentes, desgastes precoces e retrabalhos saem muito mais caros do que investir em um revestimento robusto desde o início. Pense na durabilidade como parte do custo-benefício do projeto.

5. Teste antes de decidir

Nunca escolha apenas pelo catálogo. Solicite amostras e, se possível, posicione-as no local para observar como se comportam sob a luz natural e artificial. A percepção de cor, brilho e textura pode mudar bastante dependendo do ambiente, e esse cuidado evita arrependimentos.

Conclusão

Escolher revestimentos vai além da estética: envolve funcionalidade, manutenção, integração e durabilidade. Com uma análise criteriosa, é possível unir beleza e praticidade, resultando em espaços harmônicos, confortáveis e de longa vida útil.

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